Posts marcados ‘enfermagem’

Tatuagens

A tatuagem é uma marca permanente, desenho ou modelo feito através da inserção de pigmento (tinta) para a segunda camada da pele. Cientificamente – tatuagem é a implantação de micro pigmento.

A tatuagem é produzida pela punção da pele com agulhas especiais mergulhados em tintas indeléveis. Uma agulha injeta tinta para as células da derme – a segunda camada da pele.

Nossa pele é constituída por três camadas: a epiderme, derme e tecido subcutâneo. A camada externa que atua como uma barreira protetora e não contém vasos sanguíneos é chamada de epiderme. Abaixo disso é uma espessa camada chamada derme e é aí que tatuagens ir.

Porque epiderme é constantemente reabastecido (continuamos a produzir e lançar a camada superior da pele ao longo da vida), o tatuador empurra a tinta através da epiderme e deixa-lo na derme. A derme permanece praticamente o mesmo para toda a nossa vida e é por isso tatuagens permanecer estável, enquanto muitas outras coisas feitas com a pele não.

Uma agulha de tatuagem vai de aproximadamente 1,5 milímetros (1 / 16 de uma polegada) na pele. Um bom tatuador deve certificar-se que a tinta vai em apenas uma profundidade suficiente para ser permanente, mas não profunda. A profundidade varia em todo o corpo – é mais profundo sobre as solas dos pés e mais fino em outros lugares, como genitais.

Se a tatuagem é feita muito profundamente, para a terceira camada da pele chamada camada subcutânea, que pode causar dor desnecessária e sangramento. Ele também pode olhar turva, mesmo assim ele é curado, porque você tem que olhar mais profundo (com mais camadas da pele) para vê-lo. Se qualquer um menos de um milímetro, não poderia deixar arranhões e simplesmente se apagam.

A habilidade com que a tatuagem é devidamente aplicado leva anos para aprender, por isso é muito importante a escolha de um artista com experiência e uma carteira de trabalho que demonstra a qualidade. Há um monte de wannabes lá fora, então tome cuidado.

 

Fonte:Patologia na Enfermagem

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Síndrome de Tourette

A síndrome de Tourette ou síndrome de la Tourette,[1] também referida como SGT ou ST, é uma desordem neurológica ou neuroquímica caracterizada por tiques, reações rápidas, movimentos repentinos (espasmos) ou vocalizações que ocorre repetidamente da mesma maneira com considerável frequência. Esses tiques motores e vocais mudam constantemente de intensidade e não existem duas pessoas no mundo que apresentem os mesmos sintomas. A maioria das pessoas afectadas é do sexo masculino

 

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Enfermagem…rsrsrsrsrrs

Estágios…

25 de outubro de 2011

Primeiro Dia

Hoje começamos o estágio no H. B., na UTI.

Fomos pegar a rotina, começamos as 07h30min, tivemos a reunião com a enfermeira que irá nos acompanhar, fomos encaminhadas para suas técnicas que mostrariam como é que se faz, fomos divididos em duplas e de acordo com a técnica que ficamos tínhamos 5 a 6 pacientes para cuidar.

Sinais vitais assim que começamos, depois troca de curativo, retirada de acesso, medicação, banho no leito e evolução no prontuário.

Muito bom ficamos até as 12h30min. Tranqüilo para um primeiro dia.

Ficamos Bernard, Nilcinete e eu e nossa técnica era a Natalia, gente boa. Tenho nada para reclamar dela não, sempre ali, me ajudou um pouco com a evolução e no banho no leito em uma paciente.

Uma pessoa legal.

Anotações Enfermagem…

É claro que não podia faltar no dia de hoje as anotações no prontuário, tudo sob os olhares atentos da nossa Natalia.

Vai ai umas dicas para fazer uma evolução sem segredos. Mas só a pratica leva a perfeição, não se esqueçam disso.

 

Evolução:

Deve abranger:
– Nível de consciência (sonolento, confuso);
– Locomoção (acamado, deambulando);
– PA (elevada, anotar valores SSVV);
– Mantendo jejum (sim ou não/24hs, se não, porque?);
– Sono ou repouso (sim ou não/24hs, se não, porque?);
– Incisão cirúrgica (dreno, catéter);
– Incisão cirúrgica abdominal (aspecto da secreção drenada);
– Sondas (fechada ou aberta);
– Venóclise e dispositivo de infusão (onde, tipo, periférica: IC ou SCVD);
– Eliminações urinárias e fecais (ausente, presente, quantos dias);
– Queixas (náuseas, dor, etc.)

Exemplo: paciente de internação por DM descompensada e labirintite, apresenta-se calmo, consciente, orientado , verbaliza, deambula com auxílio, apresenta equimoses em MMSS e MMII, pele ressecada e escamações em dorso e palma das mãos. Refere prurido em panturrilha, esporadicamente queixa-se de pele ressecada, apresenta sudorese intensa, mantém scalp salinizado em MSD, SSVV apresentando hipotermia (35.5ºC) no período da manhã. Refere ter dormido bem, evolui sem queixas, tontura, náuseas ou vômitos. Eliminações fisiológicas presentes (refere ter evacuado às 22 horas de ontem). (seu nome).

 

03 de novembro de 2011

Técnica Humano

 

Às vezes como estudantes nos dedicamos tanto a técnica, ao como fazer, que nos esquecemos de trabalhar o social. Sempre tive uma atração pelo social, pessoas, voluntariado e etc.

Se não soubermos a técnica pouco podemos ajudar como profissionais, mas é preciso ter a atenção de que estamos lidando com pessoas e que não temos o direito de invadir o espaço do outro e nem mesmo manipular o corpo do outro sem comunicá-lo e ter a permissão do mesmo. Falar tudo o que vai ser feito e contar como as coisas estão indo, pedir que o ajude com o procedimento, fazendo-o  participar da sua recuperação, sendo útil.

Sem esquecer-se daquele que está ali próximo acompanhando o paciente, filhos, maridos, esposas, irmãs que estão preocupados com o ente querido.

Saber lidar com aparelhos e materiais é necessário, mas saber lidar com pessoas é essencial.

Dividindo.

Quando conseguimos uma posição com tanto sacrifício é difícil cede-lo a outras pessoas, principalmente se não as conhecemos, hoje tivemos que dividir nosso espaço de estagiários com os acadêmicos, claro houve muito falatório, mas o fato é que todos que ceder espaços para todos, afinal de contas elas estão ali como nós, estagiando, descobrindo, aprendendo…

Temos que ter a generosidade de compartilhar com o outro não só conhecimento, mas, como nesse caso, pacientes.

Temos que ter o orgulho de não nos sentirmos menores e nem permitir que nos deixe a margem dos procedimentos, como meros expectadores.

Temos que ter a empatia para se por no lugar do outro e entender que estamos ali por um ideal maior que um paciente X ou Y estamos para aprimorar conhecimentos e assim seguirmos uma carreira de ajudar o outro.

Não é fácil e nem vamos aprender a lidar com esses sentimentos de cara, mas temos que aprimorar essa coisa que é ser “SER HUMANO”.

 

Troca de curativo


CARACTERÍSTICAS DE UM CURATIVO IDEAL:

  • Manter a umidade no leito da ferida;
  • Manter a temperatura em torno de 37o C no leito da ferida;
  • Absorver o excesso de exsudato, mantendo uma umidade ideal;
  • Prevenir a infecção, devendo ser impermeável a bactérias;
  • Permitir sua remoção sem causar traumas no tecido neoformado;
  • Não deixar resíduos no leito da ferida;
  • Limitar a movimentação dos tecidos em torno da ferida;
  • Proteger contra traumas mecânicos.

 

PROCEDIMENTO:

  • Lavar as mãos com a técnica correta e fazer antissepsia com álcool glicerinado antes e após o procedimento;
  • As pinças usadas durante o curativo devem estar com as pontas para baixo, prevenindo a contaminação;
  • Usar gaze uma só vez;
  • Lavar a ferida com SF 0,9% em jato, usando um frasco de SF0,9% de 250 ml furado com uma agulha 25/8, a fim de promover pressão suficiente para remover o exsudato da ferida e eventuais corpos estranhos;
  • Secar a pele ao redor da ferida sem tocar no leito desta;
  • Adequar o curativo ao tamanho da ferida;
  • Remover ao máximo as secreções, corpo estranho e tecido necrótico;
  • Fechar os curativos primários cobertos com gaze ou compressa, fazendo uma proteção da pele do paciente com adesivo microporoso e vedar com esparadrapo comum, para manter o meio úmido;
  • Observar e anotar o aspecto da lesão e o curativo realizado, na papeleta e no instrumento de evolução de feridas.

SONDAGEM VESICAL

Quando a urina não pode ser eliminada naturalmente, deve ser drenada artificialmente através de sondas ou cateteres que podem ser introduzidos diretamente na bexiga, ureter ou pelve renal. A sondagem vesical é a introdução de uma sonda ou cateter na bexiga, que pode ser realizada através da uretra ou por via supra-púbica, e tem por finalidade a remoção da urina. Suas principais indicações são: obtenção de urina asséptica para exame, esvaziar bexiga em pacientes com retenção urinária, em preparo cirúrgico e mesmo no pós operatório, para monitorizar o débito urinário horário e em pacientes inconscientes, para a determinação da urina residual ou com bexiga neurogênica que não possuam um controle esfincteriano adequado.

A sondagem vesical pode ser dita de alívio, quando há a retirada da sonda após o esvaziamento vesical, ou de demora, quando há a necessidade de permanência da mesmo. Nestas sondagens de demora, a bexiga não se enche nem se contrai para o seu esvaziamento, perdendo com o tempo, um pouco de sua tonicidade e levando à incapacidade de contração do músculo detrursor; portanto antes da remoção de sonda vesical de demora, o treinamento com fechamento e abertura da sonda de maneira intermitente, deve ser realizada para a prevenção da retenção urinária.

Sonda vesical de alívio Sondas vesicais de demora de duas e três vias vias

Quando há a necessidade de uma sonda de demora, é imperativo a utilização de um sistema fechado de drenagem, que consiste de uma sonda ou cateter de demora, um tubo de conexão e uma bolsa coletora que possa ser esvaziada através de uma valva de drenagem, tudo isto para a redução do risco de infecção

O risco de infecção é inerente ao procedimento; a colonização bacteriana ocorre na metade dos pacientes com sonda de demora por duas semanas e praticamente em todos os pacientes após seis semanas de sondagem. Sabe-se que as infecções do trato urinário são responsáveis por um terço de todas as infecções hospitalares, e que na grande maioria das vezes existiu um procedimento invasivo do trato urinário, pois nesses procedimentos os microorganismos podem ter acesso ao trato urinário através da uretra no momento da sondagem, através da delgada camada de líquido uretral externo à sonda e através da luz interna da sonda após contaminação. Este índice de infecção acontece mesmo com a obediência de todos os preceitos de uma boa técnica de sondagem vesical.

DRENAGEM VESICAL SUPRA-PÚBICA – É realizada através da introdução de um cateter após uma incisão ou punção na região supra-púbica, a qual é preparada cirurgicamente, sendo que o cateter é posteriormente conectado à um sistema de drenagem fechado. Suas indicações principais são pacientes com retenção urinária por obstrução uretral sem possibilidades de cateterização, em pacientes com neoplasia de próstata ou em pacientes com plegias, ou seja quando há necessidade de uso crônico da sonda. São várias as vantagens da drenagem supra-púbica: os pacientes são capazes de urinar mais precocemente, é mais confortável do que uma sonda de demora trans-uretral, possibilita maior mobilidade ao paciente, maior facilidade de troca da sonda e principalmente apresenta um menor risco de infecção urinária. Como desvantagem é ser um método cirúrgico.

quanto ao material necessário: pacote esterilizado contendo: cuba rim, campo fenestrado, pinça, gaze, ampola de água destilada, seringa de 10 ml e cuba redonda, e ainda: sonda vesical, luvas esterilizadas, frasco com solução antisséptica (PVPI), saco plástico, recipiente para a coleta de urina e lubrificante (xylocaína esterilizada).

De início devemos ao paciente uma orientação sobre as necessidades e técnicas. Após lavagem adequada das mãos, deve-se reunir todo o material necessário para o procedimento. O isolamento do paciente nos quartos comunitários é humano. Quanto à melhor posição, é para as mulheres a ginecológica e para os homens o decúbito dorsal com as pernas afastadas. Após a abertura do pacote de cateterismo, calçar luvas estéreis.

Nas mulheres, realizar antissepsia da região pubiana, grandes lábios e colocar campo fenestrado; entreabrir os pequenos lábios e fazer antissepsia do meato uretral, sempre no sentido uretra-ânus, levando em consideração de que a mão em contato com esta região é contaminada e não deve voltar para o campo ou sonda. Introduzir a sonda lubrificada no meato urinário até a verificação da saída de urina. Se for uma sonda de Foley, insuflar o balão de segurança com água destilada, obedecendo o volume identificado na sonda. Conectar à extensão, fixar a sonda e reunir o material utilizado. Se for uma sonda de alívio, aguardar esvaziar a bexiga e remover imediatamente a sonda.

Nos homens, após a antissepsia da região púbica, realiza-se o mesmo no pênis, inclusive a glande com movimentos circulares, e para a passagem do cateter, traciona-se o mesmo para cima, introduzindo-se a sonda lentamente.

Nas sondagens vesicais de demora, com o sistema de drenagem fechado, deve-se observar algumas regras para diminuição do risco de infecção do trato urinário: nunca elevar a bolsa coletora acima do nível vesical; limpeza completa duas vezes ao dia ao redor do meato uretral; nunca desconectar o sistema de drenagem fechado, e a troca do sistema deve ser realizado a cada sete dias na mulher e a cada 15 dias no homem, ou na vigência de sinais inflamatórios.

 

Fonte:Yahoo!!!

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