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Entenda: SIDA

A sigla Aids significa Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. O vírus  da Aids é conhecido como HIV e encontra-se no sangue, no esperma, na secreção vaginal e no leite materno das pessoas infectadas pelo vírus. Objetos contaminados pelas substâncias citadas, também podem transmitir o HIV, caso haja contato direto com o sangue de uma pessoa.

As principais formas de contagio detectadas até hoje são : transfusão de sangue, relações sexuais sem preservativo, compartilhamento de seringas ou objetos cortantes que possuam resíduos de sangue. A Aids também pode ser transmitida da mão para o filho durante a gestação ou amamentação.

Os principais são: febre alta, diarréia constante, crescimento dos gânglios linfáticos, perda de peso e erupções na pele. Várias doenças oportunistas começam a aparecer: pneumonia, alguns tipos de câncer, problemas neurológicos, perda de memória, dificuldades de coordenação motora, sarcoma de Kaposi (tipo de câncer que causa lesões na pele, intestino e estômago).

O medicamento mais utilizado no tratamento atualmente é o AZT ( zidovudina ) que é um bloqueador de transcriptase reversa. A principal função do AZT é impedir a reprodução do vírus da Aids ainda em sua fase inicial. Outros medicamentos usados no tratamento da Aids são : DDI ( didanosina ), DDC ( zalcitabina ), 3TC ( lamividina ) e D4T ( estavudina ). Embora eficientes no controle do vírus, estes medicamentos provocam efeitos colaterais significativos nos rins, fígado e sistema imunológico dos pacientes.

Fonte: suapesquisa.com

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AIDS na UTI

Link muito interessante na net fonte do site Só Enfermagem, que adoro, por ter muitos materiais de estudos.

http://www.sti-hspe.com.br/aulas2008/aidsuti/index.html

 

Vale à pena ouvir.

Africa do Sul – Epidemia de AIDS

http://www.youtube.com/watch_popup?v=UB7X9RPOpLs

Enfermagem: DST: Sífilis

 

Agente etiológico o Treponema pallidum, uma bactéria, do tipo espiroqueta.

 

Sinais e sintomas:

Lesão ulcerada na fase primária da doença

 

Na fase secundária da sífilis recente podem ocorrer máculas, pápulas, eritema (roseólas), crostas e lesões ulcerovegetantes.

Na sífilis terciária ocorrem as lesões gomosas e podem comprometer outros sistemas (cardiovascular, nervoso, ósteo-articular).

 

Diagnostico:

Exame denominado VDRL (não-treponêmico), que avalia a sorologia do paciente. Outros exames também podem ser solicitados, como a bacterioscopia em campo escuro (no caso das lesões recentes), imunoflorescência, Elisa e o FTA-Abs (treponêmico).

Cerca de duas a três semanas após a contaminação tem início uma lesão papulosa

Indolor no ponto de penetração do T. pallidum

Transmissão:

A forma mais comum de transmissão é pela via sexual e por contatos íntimos. Pode também ser transmitida da mãe para o feto (intraútero) ou pelo contato da criança com as lesões maternas durante o parto.

 

Como afeta a vida do portador:

1. Vai prejudicar o relacionamento com o parceiro, pois ele também irá ser infectado.

2. A saúde do paciente começa a ficar comprometida, pois a sífilis abre caminho para outras doenças sexualmente transmissíveis (DST), como a AIDS.

3. No caso da mulher, se ela estiver grávida, o feto pode ser infectado e causar diversas mal formações, podendo levar até mesmo ao óbito do feto.

4. Se não for tratada adequadamente e no tempo certo, pode levar a um comprometimento grave de órgãos vitais, como o coração e o cérebro e, conseqüentemente, levar à morte.

 

Tratamento:

Penicilina benzatina 2,4 milhões UI, via intramuscular, em dose única (1,2 milhões de unidades em cada glúteo).

 

Pacientes alérgicos à penicilina:

– Eritromicina 500 mg, VO, de 6 / 6 horas, por 15 dias; ou

– Doxiciclina 100 mg, VO, de 12 / 12 horas, por 15 dias.

 

Em gestantes usar preferencialmente a penicilina. Em casos de alergia, usar estearato de eritromicina, sendo contra indicado a tetraciclina ou seu derivado, a doxiciclina.

 

Prevenção:

  A melhor maneira de se prevenir é usar a camisinha e realizar, periodicamente, exames.

 

Fonte: FEBRASCO 2004

Bom Saber: SIDA

O que é?

Doença infecciosa causada pelo vírus da imunodeficiência humana, que leva a uma perda da imunidade progressiva resultando em infecções graves, tumores malignos e manifestações causadas pelo próprio vírus.

Como se adquire?

A contaminação acontece através:

de relações sexuais,
do uso de droga injetável onde se dividem seringas com sangue contaminado,
de transfusões de sangue, durante a gravidez ou pelo leite materno,
da doação de órgãos ou sêmen infectado,
da inseminação artificial e
da exposição a material contaminado entre trabalhadores da área de saúde.

O período de incubação varia de semanas a meses. Em geral em até um ano já surgem alguns sintomas da doença.

O que se sente?

A evolução da doença pode ser dividida em três fases:

Infecção aguda:surge algumas semanas após a contaminação, com febre, calafrios, dor de cabeça, dor de garganta, dores musculares pelo corpo, ínguas e manchas na pele que desaparecem após alguns dias;
Infecção assintomática:tem duração variável, de meses a anos;
Doença sintomática:manifestação mais grave da doença, onde a pessoa vai perdendo sua imunidade e vão surgindo doenças oportunistas, tumores raros e formas graves de doenças tropicais no Brasil.

Como se faz o diagnóstico?

São feitos exames de sangue específicos para a detecção do vírus ou de seus anticorpos.

O aparecimento de anticorpos detectáveis por exames de sangue ocorre num período de seis a 12 semanas da infecção inicial.

Como se trata?

Nos últimos anos foram obtidos grandes avanços no conhecimento da infecção pelo HIV: várias drogas foram desenvolvidas e se mostraram eficazes para o controle da doença, diminuindo sua progressão e levando a uma diminuição das doenças oportunistas, a uma melhora na qualidade de vida e, principalmente, numa maior sobrevida.

Cabe ressaltar que ainda nenhuma droga pode erradicar a doença, mas sim, controlá-la e isso só é possível se o paciente estiver tomando todas as medicações.

O abandono de tratamento e o uso incorreto das medicações são os maiores causadores do elevado número de óbitos.

Como se previne?

O mais importante é a informação e educação visando a prática de sexo seguro, diminuindo o número de parceiros e incentivando o uso de preservativos.
Todo o sangue para ser transfundido deve ser obrigatoriamente testado e a exclusão de doadores de risco aumenta a segurança da transfusão.
Quem usa droga injetável deve lavar a seringa com água sanitária e água corrente após outra pessoa ter usado.
Instrumentos cirúrgicos devem ser desinfectados e esterilizados e os materiais descartáveis devem ser acondicionados em caixas apropriadas para evitar acidentes.
O HIV é muito sensível aos métodos de desinfecção e esterilização e é inativado por produtos químicos específicos e pelo calor, mas não por irradiação ou raios gama.
A transmissão de gestantes para seus filhos é muito diminuída com o uso de medicação anti-retroviral.

Fonte: Abcdasaude

QUESTÕES MAIS PERGUNTADAS

O que é AIDS?

É a forma mais grave da infecção pelo vírus da deficiência imunológica humana (HIV), gerado pelo enfraquecimento do sistema de defesa do organismo.

Como funciona a infecção por HIV?

O vírus entra no corpo. E ataca os glóbulos brancos (linfócitos T4), que são muito importantes na defesa imunológica do organismo. Esta situação pode se prolongar meses ou anos, sem nenhum sinal aparente da doença. Nosso organismo já está infectado pelo HIV mas a doença ainda não se manifestou. Pessoas neste estágio de infecção são chamadas de “soropositivos, assintomáticos”, e podem infectar:

  • os parceiros sexuais;
  • aqueles ou aquelas com quem compartilhamos o uso de seringa;
  • a mulher grávida pode passar para a criança.

Às vezes o vírus – por razões ainda mal conhecidas – pode se tornar “ativo”, se reproduzindo dentro de T4 e liberando uma grande quantidade de vírus infectando outros linfócitos T4 (glóbulos brancos). Quando um número importante de células T4 são destruídas por conseqüência da infecção pelo vírus, as defesas imunitárias do organismo se debilitam. É nesse momento que aparecem os sintomas da doença:

  • febre persistente, diarréia prolongada, erupções cutâneas;
  • emagrecimento sem causa aparente;
  • infecções “oportunistas” devido à multiplicação de germes com os quais normalmente vivemos sem perigo;
  • câncer de pele (sarcoma de Kaposi);
  • gânglios.

O que quer dizer “ser soropositivo”?

Quer dizer que a pessoa é portadora do vírus e que o organismo fabricou um mecanismo de defesa: os anticorpos. São esses anticorpos que são detectados no teste.
A “soropositividade” apenas mostra a presença do vírus no organismo; não significa estar doente com a AIDS. Na maioria das vezes o soropositivo não apresenta nenhum sinal da doença.

O que quer dizer “soroconversão”?

Este ponto é muito importante. Uma pessoa pode estar com o vírus e apresentar um teste negativo. Por quê? O teste sempre mostra os anticorpos reagindo ao vírus, e não o vírus propriamente. Se o organismo não teve tempo de fabricar estes anticorpos, não vai aparecer nada no teste. O período de fabricação de anticorpos suficientes para serem detectados no teste é de aproximadamente 3 meses (para a maioria das pessoas). Isto é “soroconversão”.

A partir de que momento passamos do estágio de “soropositivos” para a doença AIDS?

Após um período que dura geralmente muitos anos. Os vírus que “dominam” nas células acordam e destroem progressivamente o sistema de defesa do organismo. O debilitamento das defesas imunológicas acarreta a aparição de alguns dos sintomas já mencionados.

Ser “soropositivo” significa que vamos obrigatoriamente desenvolver a AIDS?

A evolução da infecção pelo HIV não é a mesma para todos. Alguns indivíduos são “soropositivos” há muitos anos e continuam aparentemente bem.
Na maioria dos casos, a doença AIDS só aparece num período de 8 a 10 anos. Estas estimativas variam na medida em que conhecemos melhor a doença e seus tratamentos. Parece que certos elementos apressam o aparecimento da doença:

  • a recontaminação do indivíduo pelo HIV;
  • a infecção simultânea por outros germes.

Poderiam também existir fatores desconhecidos, como a virulência maior ou menor do HIV.

Como se transmite o vírus?

O vírus está presente em líquidos secretados pelo organismo de pessoas contaminadas: sangue, esperma, e secreções vaginais. Só nestes três casos ocorre a transmissão.
O vírus está em outros líqüidos (saliva, lágrimas, urina e suor), mas a quantidade é tão pequena que não apresenta riscos de transmissão.
A transmissão só é possível se existe penetração do líqüido contaminado no organismo sadio. Devem se cumprir obrigatoriamente 2 condições:
a) O vírus tem que estar em quantidade suficientemente importante no líqüido contaminante.
b) O vírus tem que encontrar uma porta de entrada para penetrar no organismo. As portas de entrada podem ser lesões das mucosas (genital, anal, bucal) ou lesões de pele.

Em que casos é possível a transmissão?

  • Transmissão sangüínea: troca de seringas em caso de toxicomania, por via intravenosa (picadas) e transfusões de sangue recebidas até junho de 1987 (até esta data não existia a obrigatoriedade de testes anti-HIV nos bancos de sangue).
  • Transmissão sexual: esperma, mas também líqüido prostático, secreções vaginais e sangue menstrual.
  • As práticas que colocam em contato mucosas com secreções genitais contaminadas são de alto risco.
  • Transmissão feto-materna: durante a gravidez, através da placenta, ou durante o parto.

O que não pode contaminar:

  • Como já informamos, a saliva, lágrimas, suor, urina; não são contaminantes já que tem o vírus em pouca quantidade. Nunca houve um caso de transmissão por estes líqüidos, inclusive nas famílias que convivem com “soropositivos”.

O que é possível, porém raro:

  • Os contatos boca-sexo podem ser contaminantes, se existir contatos entre secreções sexuais e úlceras bucais.
  • Aleitamento materno de uma mãe “soropositiva” pode ser uma fonte de contaminação.

A TRIAGEM

Como saber se somos “soropositivos”?

Fazendo um teste anti-HIV a partir de uma coleta de sangue. A presença de anticorpos específicos é a prova da infecção pelo vírus.

Por que procurar saber se somos “soropositivos”?

  • Evitar a recontaminação, isto é, contaminações repetidas por HIV ou outras infecções que aceleram a passagem e a evolução para a doença AIDS.
  • Ter acompanhamento médico regular. Um tratamento precoce retarda a evolução para a doença e permite tratar as infecções para evitar complicações graves. Ter acesso à profilaxia primária das infecções mais freqüentes, aumentando deste modo a sobrevida.
  • Tomar todas as precauções necessárias para não contaminar os parceiros sexuais.
  • Evitar a gravidez com conhecimento de causa, evitando ficar grávida ao saber que é “soropositiva”.

O teste anti-HIV pode ser pedido por um médico, mas não pode ser feito em nenhum caso sem o consentimento da pessoa.
O HIV E A VIDA COTIDIANA

Existem riscos de contaminação na vida cotidiana?

Não. O vírus não se transmite pelo ar, nem por via subcutânea, nem por saliva, nem por lágrimasss, nem por suor ou urina.

  • Então não precisamos temer contatos como: dar a mão, beijo, lágrimas, talheres mal lavados, comer junto com um “soropositivo”, lençóis, telefones públicos, transportes comunitários, cinemas, quadras esportivas, escolas, local de trabalho, visitas a hospitais ou a médicos.
  • Os desinfetantes clorados utilizados nas instalações públicas são eficazes para destruir o vírus (piscinas, duchas, banheiros).

Podemos nos contaminar por atos médicos ou paramédicos?

As consultas médicas, a acupunturistas ou a dentistas são sem riscos, já que eles aplicam medidas de higiene. Quando são tomadas as precauções (esterilização ou utilização de material descartável), não se deve ter medo de tatuagens ou furos nas orelhas. Se recomenda ter certeza que a desinfecção praticada é adequada. Não existe risco com instrumentos de cabeleireiro e manicure, desde que o material de desinfecção também seja desinfetado com cândida ou Q-boa.

O sangue de menstruação nos banheiros públicos pode ser contaminante?

Poderia ser, mas seria necessário que o sangue entrasse diretamente em contato com mucosas ou feridas cutâneas.
Eliminamos facilmente esse risco respeitando as regras de higiene na utilização de banheiros públicos:

  • Evitar sentar diretamente no assento;
  • Lavar as mãos com água e sabão na saída.

Se a tampa do vaso sanitário estiver suja de sangue, a limpeza com detergentes clorados (Cândida) é suficiente para garantir uma desinfecção satisfatória.

Os animais domésticos podem transmitir o vírus?

Não. O vírus da AIDS não se desenvolve nesses animais.

Podemos ser contaminados por uma picada de inseto?

Não. Não existe nenhum caso de contaminação por esta via.

A mordida de uma pessoa “soropositiva” representa algum risco?

Não. Seria necessário uma circunstância excepcional: para que a mordida seja perigosa, deve ser profunda até o sangramento e a pessoa contaminada deve ter também sangue na boca.

Não existe nenhum risco na vida cotidiana. As regras de higiene habituais são suficientes. Como, por exemplo, não compartilhar a mesma escova de dentes ou aparelho de barbear.
O HIV E A VIDA SEXUAL

Como podemos nos contaminar?

Todo ato sexual com um parceiro portador do vírus pode ser contaminante, desde que exista penetração vaginal ou anal.
O HIV está presente:

  • No homem: no esperma e também nas secreções prostáticas (líqüido seminal) que existe antes da ejaculação.
  • Na mulher: nas secreções do colo uterino e da vagina, assim como no sangue menstrual.

A contaminação sexual pode ocorrer nos relacionamentos entre homem e mulher (relacionamento heterossexual) e nas relações entre homens (relacionamento homossexual).

Quais são as práticas de risco?

Toda prática sexual sem a proteção de uma camisinha é de risco.
A penetração anal (sodomia) é uma prática de alto risco tanto para o homem quanto para a mulher. A mucosa anal é facilmente traumatizada por uma penetração.
Na penetração vaginal o risco de contaminação é maior se ela for acompanhada por gestos suscetíveis de provocar feridas. O risco de contaminação é maior para as mulheres do que para os homens, na medida que a penetração fere mais facilmente a mucosa vaginal que a do pênis. O risco aumenta se a mucosa estiver irritada pela presença de uma doença venérea, ou durante a menstruação.
Nos contatos boca-sexo masculino (felatio), boca-sexo feminino (cunilingus) e boca anus (anulingus), o risco de contaminação é mal conhecido. Existe porém um risco porque as secreções sexuais contaminadas podem entrar em contato com uma ferida na boca.

O que chamamos de parceiros de risco?

Não existem parceiros de risco, mas pessoas com comportamento de risco. (contatos sexuais sem proteção, multiplicidade de parceiros, uso de droga por via endovenosa). Como não conhecemos sempre os comportamentos de nossos parceiros, é necessário adotar, em todos os casos, medidas de prevenção (uso de camisinha e não dividir seringas, por exemplo).

Podemos ser contaminados por um único contato sexual?

Sim. Um único contato não protegido é suficiente, na medida em que não podemos nunca afirmar que o parceiro não está contaminado. A multiplicidade de parceiros multiplica os riscos de exposição ao vírus.

O beijo profundo pode ser contaminate?

Não. Não existe nenhum caso de contaminação conhecida por esta via. Em um beijo amoroso existe intercâmbio de saliva, mas a saliva não contém vírus suficiente para contaminar.
PREVENINDO A CONTAMINAÇÃO POR VIA SEXUAL

Como avaliar os “riscos” representados por um parceiro?

Não existe nenhum meio de quantificar os riscos com certeza. A utilização de uma camisinha é o único caminho para eliminar os riscos de uma contaminação. Quando a relação é estável, a realização do teste de triagem feito pelos dois parceiros pode permitir pensar no abandono da camisinha.

Pode haver contaminação por um estupro?

Sim, se o agressor for “soropositivo” e o estupro provocar lesões nas vias genitais que favorecem a penetração do vírus. É recomendável que a vítima faça um teste o mais rápido possível (para demonstrar que não tinha nada antes do estupro) e outro teste 3 meses mais tarde, a procura de uma possível contaminação.

A grande maioria das pessoas foram contaminadas através do relacionamento sexual.

  • O parceiro contaminante pode demonstrar que é “soropositivo”.
  • Todo relacionamento sexual não protegido representa riscos de contaminação.

O que é “safe sex” ou “sexo seguro?

É o conjunto de práticas que permitem ter relações sexuais evitando os riscos da contaminação. Alguns exemplos:

  • Recorrer a prática sem risco tais como as carícias e masturbação mútuas, já que a relação amorosa não se resume na penetração;
  • Utilização sistemática de camisinha nas práticas sexuais de risco (penetração anal e vaginal).

Existem outros meios, além da camisinha, para se proteger?

Não. Atualmente, se a escolha for ter relações sexuais com penetração, a camisinha é o único meio de prevenção existente.
O HIV E O SANGUE

Como é a contaminação através do sangue?

Pode dar-se de 3 maneiras:

  • Por injeções intravenosas com material contaminado;
  • Por transfusões de produtos sangüíneos, anteriores a 1987;
  • Excepcionalmente, por picadas ou ferimentos acidentais com objetos sujos com sangue contaminado. Não existem mais de 30 casos em todo o mundo desde o começo da epidemia por este tipo de contaminação.

Por que os toxicômanos por via intravenosa são particularmente expostos à contaminação pelo vírus?

A transmissão do vírus se faz através de agulhas e seringas sujas de sangue. Ninguém se injeta drogas “pesadas” sem ter sido iniciado. E o intercâmbio de seringas é, freqüentemente, parte do ritual de iniciação. Além do mais, a utilização de substâncias que modificam a vigilância pode nos deixar indiferentes às medidas de prevenção. Falando claro: quando alguém fica “doidão”, os cuidados ficam quase sempre nulos.

Existem atualmente riscos de transmissão do vírus devido a uma transfusão?

Desde 1987 os testes de triagem para HIV são obrigatórios em todos os doadores de sangue. Somente os negativos são utilizados para transfusão. Em razão do período de soroconversão, o risco não pode ser completamente descartado, já que um doador recentemente infectado pode ter um teste ainda negativo. O risco residual é mínimo e a eventualidade da transmissão do vírus seria excepcional. Para diminuí-la ainda mais, os médicos estão limitando a prescrição de transfusão à indicações indispensáveis.
PREVENINDO A CONTAMINAÇÃO POR VIA SANGUÍNEA

Como evitar o risco mínimo da transfusão de sangue ou seus derivados?

Através da autotransfusão, que é uma transfusão a partir de seu próprio sangue. Podemos recorrer à autotransfusão quando uma intervenção cirúrgica pode ser prevista com antecedência. A pessoa armazena seu próprio sangue nos dias precedentes à cirurgia.

O que é transfusão parental?

Quando recorremos a um doador da nossa própria família. Necessitamos encontrar um doador compatível, o que não é sempre possível.

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