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Turma de Enfermagem 2010.1

Enfermagem: Diabetes Mellitus ²

Enfermagem: Diabetes Mellitus

O diabetes mellitus, popularmente conhecida apenas por DIABETES, é um distúrbio do metabolismo que afeta primeiramente os açúcares (glicose e outros)

O diabetes é uma disfunção que, se não tratada e bem controlada, acaba produzindo, com o correr do tempo, lesões graves e potencialmente fatais, como o infarto do miocárdio, derrame cerebral, cegueira, impotência, nefropatia, úlcera nas pernas e até amputações de membros.

Diabetes Tipo 1
No diabetes tipo 1, ou insulino-dependente, as células do pâncreas que normalmente produzem insulina, foram destruídas.

O corpo não consegue absorver a glicose do sangue; as células começam a “passar fome” e o nível de glicose no sangue fica constantemente alto.

A solução é injetar insulina subcutânea (embaixo da pele) para que possa ser absorvida pelo sangue.

Diabetes Tipo 2
Embora não se saiba o que causa o Diabetes Tipo 2, sabe-se que neste caso, o fator hereditário tem uma importância bem maior do que no Diabetes Tipo 1. Também existe uma conexão entre a obesidade e o Diabetes Tipo 2; embora a obesidade não leve, necessariamente ao Diabetes.

Todos os diabéticos tipo 2 produzem insulina quando diagnosticados e, a maioria, continuará produzindo insulina pelo resto de suas vidas. O principal motivo que faz com que os níveis de glicose no sangue permaneçam altos está na incapacidade das células musculares e adiposas de usarem toda a insulina secretada pelo pâncreas.

Diabetes Gestacional

No Diabetes Gestacional, a mulher desenvolve o Diabetes somente durante a gestação porque produz uma quantidade insuficiente de insulina para ela e seu bebê.

Ao término da gestação, a mulher volta ao seu estado normal de produção de insulina. Isto ocorre porque, neste período, a placenta produz substâncias que bloqueiam a ação da insulina, o que pode provocar a elevação de glicose.

Fatores de risco
• Idade acima de 30 anos;
• Obesidade ou ganho excessivo de peso na gestação;
• Parentes próximos com Diabetes;
• Gestação anterior com bebê pesando mais que 4 Kg ao nascer;
• Aborto ou morte fetal anterior (não-esclarecidos);
• Tratamento para “Pressão alta” ;
• Diabetes presente em gestações anteriores;
• Presença de glicose na urina.

Sintomas
• Urinar muito
• Ter sede exagerada
• Comer muito
• Perda ou aumento exagerado de peso
• Cansaço, fraqueza e desânimo.
OBS: O diabetes gestacional pode estar presente mesmo sem que a mulher apresente quaisquer desses sintomas

 

Fonte: guiadodiabetes.com.br

Enfermagem: Punção Venosa

Processo Saúde – doença…

Doença é o que nós representamos que ela seja.

Assim, se para nós doença é uma possessão diabólica, então ela é isso.

Se achamos que é uma invasão de microorganismos patógenos em nosso corpo, então doença é isso.

Se pensamos que é algo que nos afeta negativamente, pois nos faz sofrer, e é fruto de uma punição por alguma ação imprópria que possamos ter cometido (comer desregradamente, por exemplo), então doença é isso.

Mas, se julgarmos que doença é algo que nos revela um desequilíbrio interior e que nos chama a uma mudança de vida para que alcancemos um novo equilíbrio superior, então doença será isso.

Enfermagem: DST: Gonorréia

 

Causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae, ou gonococo.

 

Sintomas:

Os mais comuns são:

  1. Corrimento vaginal
  2. Irritação da vulva e vagina
  3. Dor e/ou ardência ao urinar
  4. Dor no baixo ventre
  5. Febre
  6. Náuseas e vômitos
  7. Dor nas relações sexuais

 

Disúria – ardência ao urinar;

Corrimento amarelo e purulento saindo da uretra e/ou vagina;

Das mulheres, 70% não apresentam sintomas;

No homem pode haver prostatite, epididimite e raros casos de infertilidade;

Na mulher a infecção gonocócica não costuma se manter na vagina devido às defesas naturais;

Já a uretra, o colo do útero e glândulas da vulva são habitualmente atingidas pelo gonococo.

 

Diagnostico:

 

O diagnóstico é basicamente clínico, não havendo necessidade de exames laboratoriais específicos

 

Tratamento:

 

O uso de proteção (preservativo/camisinha) compreende o uso de antibióticos e quimioterápicos.

Antigamente, antibiótico de escolha era a penicilina G, entretanto devido a resistência das cepas a esse antibiótico nos últimos anos hoje se faz uso de Ampicilina em dose única de 3,5g + 1g de Probenecida, devendo fazer teste após 7 semanas p/ homens e 10 p/ mulheres.

Comumente o tratamento é por via oral em dose únicas e os fármacos usados podem ser ceftriaxona, ofloxacino, ciprofloxacino, dentre outros.

 

Transmissão:

 

A principal forma de contagio é pelo ato sexual quando a(o) companheira(o) estão contaminados; no parto normal, se a mãe estiver infectada, ou por contaminação indireta se, por exemplo, uma mulher usar artigos de higiene íntima de uma amiga contaminada

 

Enfermagem: DST: Sífilis

 

Agente etiológico o Treponema pallidum, uma bactéria, do tipo espiroqueta.

 

Sinais e sintomas:

Lesão ulcerada na fase primária da doença

 

Na fase secundária da sífilis recente podem ocorrer máculas, pápulas, eritema (roseólas), crostas e lesões ulcerovegetantes.

Na sífilis terciária ocorrem as lesões gomosas e podem comprometer outros sistemas (cardiovascular, nervoso, ósteo-articular).

 

Diagnostico:

Exame denominado VDRL (não-treponêmico), que avalia a sorologia do paciente. Outros exames também podem ser solicitados, como a bacterioscopia em campo escuro (no caso das lesões recentes), imunoflorescência, Elisa e o FTA-Abs (treponêmico).

Cerca de duas a três semanas após a contaminação tem início uma lesão papulosa

Indolor no ponto de penetração do T. pallidum

Transmissão:

A forma mais comum de transmissão é pela via sexual e por contatos íntimos. Pode também ser transmitida da mãe para o feto (intraútero) ou pelo contato da criança com as lesões maternas durante o parto.

 

Como afeta a vida do portador:

1. Vai prejudicar o relacionamento com o parceiro, pois ele também irá ser infectado.

2. A saúde do paciente começa a ficar comprometida, pois a sífilis abre caminho para outras doenças sexualmente transmissíveis (DST), como a AIDS.

3. No caso da mulher, se ela estiver grávida, o feto pode ser infectado e causar diversas mal formações, podendo levar até mesmo ao óbito do feto.

4. Se não for tratada adequadamente e no tempo certo, pode levar a um comprometimento grave de órgãos vitais, como o coração e o cérebro e, conseqüentemente, levar à morte.

 

Tratamento:

Penicilina benzatina 2,4 milhões UI, via intramuscular, em dose única (1,2 milhões de unidades em cada glúteo).

 

Pacientes alérgicos à penicilina:

– Eritromicina 500 mg, VO, de 6 / 6 horas, por 15 dias; ou

– Doxiciclina 100 mg, VO, de 12 / 12 horas, por 15 dias.

 

Em gestantes usar preferencialmente a penicilina. Em casos de alergia, usar estearato de eritromicina, sendo contra indicado a tetraciclina ou seu derivado, a doxiciclina.

 

Prevenção:

  A melhor maneira de se prevenir é usar a camisinha e realizar, periodicamente, exames.

 

Fonte: FEBRASCO 2004

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