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E essas lembranças que não se vão!

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É uma coisa de pele, calor, sangue, excitação.
Há quanto tempo dividimos nossas vidas entre o certo e o errado, mas é errado, gostar assim?
E é inevitável que se pegue fogo qualquer recinto onde estamos.
É coisa de puxar cabelo, de apertar corpo no corpo, é algo que nem eu mesmo sei dizer em palavras.
As palavras ficam caladas nesses instantes e as afinidades ficam por conta dos lençóis bagunçados.

…se você esta por perto…

Não há amores que apaguem

E não há anos que se passem

Ainda desejo você como no primeiro dia.

Meio sem jeito, um tanto desconfiada das razões que nos levam a sempre parar na horizontal.

E não sei como isso aconteceu, nem sei dizer em quais palavras deixei escapar meu desejo.

Não me importa o quanto parecidos ou não sejamos sempre haverá um muro mais alto que nossas mãos e mais forte que nossos desejos.

E sempre haverá mais alguém entre a gente.

Porque por alguma razão ainda desconhecida você veio para minha vida para que eu chegasse a desejar alguém como ninguém outro e ainda sim não tê-lo.

E eu não quero mais fazer com você o que combinamos quando nos conhecemos. Descobre algo que você faz melhor e é isso que eu quero fazer.

Eu ensaiei um discurso, daqueles que você ensaia quando o amor não existe mais e só as brigas e o orgulho prevalece.

Mas eu não pude falar porque você me envenenou com seus beijos e teu suor me inundou de satisfação.

Eu ia dizer só em uma frase: – Amigos?!?!?!

Nem sei se conseguiria dizer mais que isso.

Mas não pude falar porque não era isso que eu queria.

Não posso ir contra meus desejos e minhas vontades se você esta por perto.

FuGa!

E nessa vida de estágios, de noites acordada, de encontros surpreendentes, de desencontros provocados, sigo.

Mas ainda dói.

Não como antes, mas sei que ainda existe.

E sei o que devo fazer mesmo não estando muito inclinada a fazer.

Só sei de uma coisa: um dia vou ter que encarar e não tenho muita certeza do que vou fazer.

A essa altura do sentimento eu mesma não sei mais o que é certo ou errado.

Saudade imensa dos beijos, dos encontros, das conversas e da excitação.

Mas sacrifícios.

Sem eles nunca poderíamos evoluir como pessoas.

O que é meu é meu, corro atrás, grito, ligo, procuro…

O que é do outro recolho a minha insignificância e evito desastres maiores.

Sensação

E daí vem sempre aquele desejo que me entra pela veia e torna meu corpo dependente de você.

E eu já tinha resolvido tudo na minha cabeça, finito.

Mas agora em abstinência decido ter você de novo.

E vez e outra é assim sempre caio na ressaca do dia seguinte que tive você, mas não posso passar muito tempo sem você porque logo a ansiedade, logo os sonhos, logo o desejo ressurge e mais forte e mais intenso.

As lembranças me acordam e dormem comigo, lembranças tão vivas que chego a sentir teu cheiro.

E como eu quero resistir e dizer não, e como eu quero resistir e não te ligar, e não te falar e não te ver.

Mas eu quero, eu quero te ver de novo e sentir tudo de novo, mais forte, mais intenso, nem que seja só por um dia, um dia entre um mês.

Não importa o que você fará amanha, desde que hoje eu tenha você.

E não me importa as condições, e nem a situação, eu quero, nem sei se sou eu, se é meu corpo, se é meu sangue, eu só sei que quero.

E quando sinto a boca seca e fico na vontade de um beijo teu, de um abraço teu de uma mordida tua.

 

 

Melhor você não saber.

Não é um momento.

É uma vida toda.

Não é uma massagem, sou eu tentando descobrir você.

E o silencio, palavras são tão desnecessárias nessa hora.

Só a verdade em forma de silencio.

E naquele momento não é um filho, não é um marido, não é um nome, mas uma vida.

A vida que eu queria ter.

A serenidade, a calma, a criatividade que eu queria ter.

Mas não posso te tomar, apenas te tocar.

Não me canso é mais que eu poderia ter se pensar melhor.

Qual é a probabilidade de encontrar alguém tão parecido com você.

Mas você não sabe disso, porque você não sabe nada de mim.

Eu não posso deixar você perceber isso, porque teria pedaços por todo lado depois.

Melhor você não saber.

Encontros e desencontros carnais

E no teu corpo deleito o meu em uma sensação energética infinita.

Experimento o céu e o inferno diante do prazer alarmante que exala do meu corpo.

E entro em transe, em um corpo que não mais me pertence o qual perco todo o controle diante de teus dedos.

E afogo-me nos teus beijos, incansáveis lábios famintos pelo desejo de se perder nas curvas de meu corpo.

Cegando meus olhos nos teus que me olham enquanto devoro tudo o que há em você, enquanto exploro partes ainda não descobertas pela ingenuidade de abraços e olhares tortos em público.

Encontrando em ti a tranqüilidade de tua voz que sussurra e me arrepia, esbarrando na fera que sai de ti quando encosto meu corpo no teu e mais, te sinto dentro de mim sem pudor.

E permito que você seja o único, mesmo que seja em poucas horas, permito – me doar o pior de mim, sem vendas, sem preconceitos.

E extremamente transparente em meus sentimentos me torno vulnerável não só ao prazer mais também ao pecado e ao perigo do amor vicioso que tuas pernas me condenam.

 

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