Arquivo por Autor

Reflexão!

Nunca brigue com um porco, pois ambos sairão sujos. A diferença é que o porco vai adorar!

Imagem

Trágico!!!

Antes se usava bonecas infláveis…
Agora se usam pessoas.

#Trágico

Arte de Tatuar!

“É uma arte para o resto da vida mesmo. Uma arte que vai ter muito sentido para aquela pessoa, muito significado; vai marcar uma fase. Ou talvez seja mesmo só estética, mas quando envolve desenho, querendo ou não, é uma forma de você se manifestar.” – Jackson Tattoo.

“Não importa se estou desenhando uma borboletinha minúscula ou se estou ‘fechando’ as costas de alguém com um enorme dragão; pra mim tem o mesmo valor”- Jackson Tattoo.

Contato:http://www.facebook.com/jacksontattoo.arte
Nota

Na madrugada
Abandonada
E não atende o celular
Tirando onda
Cheio de marra
Achando que eu
Vou perdoar…

Prá mim já chega
Eu tô bolada
Agora quem não quer sou eu
Não te dou bola
Senta e chora
Porque você já me perdeu…

Deu mole prá caramba
É um tremendo vacilão
Tá todo arrependido
Vai comer na minha mão
Pensou que era o cara
Mas não é bem assim
Agora baba bobo

PittY + TatuaGens

Fale um pouco sobre suas tatuagens:

Eu comecei a me tatuar quando eu tinha 15 anos. A minha

primeira tattoo foi uma rosa na perna e eu escolhi, logo

de cara, uma parada grande. Todo mundo quando começa

a tatuar, fica naquela de fazer tattoo pequenininha pra

ver qual é, mas eu não tava nem aí,

mandei logo um desenho e grande e depois não parei

mais. Hoje eu tenho… Ah, nem sei mais… Acho que estou

com uma 13 tattoos, parei de contar faz um tempão,

já! (risos)

Você já se arrependeu de alguma

delas?

Não, nunca me arrependi de nenhuma, muito pelo

contrário. Tenho vontade de fazer mais e mais.

Eu agora só estou tomando ainda mais cuidado

para escolher, porque o espaço tá acabando.

(risos) Isso está me deixando triste…(risos)

Estou escolhendo bem melhor, porque, daqui a pouco,

não vou ter mais onde tatuar!

Você acha que o preconceito em relação

à tatuagem tem diminuído?

Eu acho sim. Da época que eu comecei a me tatuar,

pra cá, já diminuiu bastante, mas ainda

existe.Antes de a minha banda dar certo assim, eu tive

vários trampos normais e várias vezes

eu senti que minhas tattoos eram empecilhos. Eu sempre

tinha que estar com blusa de manga, porque já

tinha o braço feito…

Chegou a ter problemas por causa das tatuagem?

O braço foi uma das últimas partes que

tatuei, porque fica mais exposto e, como eu morava em

Salvador, era difícil usar camisa de manga, por

causa do calor. Quando eu pensava no meu braço

eu ficava naquela “pô… não vou

conseguir arrumar nenhum trampo, tô fudida…”.

Eu precisava da grana pra viver, porque não tinha

pai e mãe pra me sustentar. Mas depois, também,

pensei: “Ah, que saber? Vou é comprar essa

briga!”. Daí, tatuei braço e antebraço,

que é ainda mais exposto. Cara! A gente tem mesmo

é que trabalhar pra derrubar esse preconceito,

né?

Tem algum tatuador aqui no Brasil, que seja

o seu preferido?

Tem. É o Álvaro Tattoo, lá de Salvador.

Ele é o cara que faz as minhas tattoos. É

um cara em quem eu confio totalmente, a ponto de fazer

free hand em mim. Ele sempre me dá umas idéias

legais. Sou muito fã do trabalho dele.

Você já mandou tatuagem free hand?

Já. Esse fundo aqui (aponta a tattoo do ombro

direito) foi feito por Álvaro. Cheguei pra ele

e só dei a idéia: “Velho, eu curto

estrelas, faz aí umas estrelas vazadas e viaja…”

(risos) Daí ele mandou ver no free hand. Curti

bastante a decisão de não ter nada preto

nesta tattoo.

Para a sua próxima tatuagem, já

tem alguma idéia?

Cara, já tem uns cinco desenhos que eu tenho

vontade de fazer, mas ainda não sei exatamente

qual deles eu quero… (risos) Queria tatuar minha banda

aqui (mostra o braço), só que tipo desenho

de criança, sabe? Faria os quatro em bonequinhos

de palito.

E a última, qual foi?

Acabei de fazer esta daqui. (mostra uma clave do sol

na parte interna do antebraço) Tô curtindo

ela ainda, mas quando passar essa onda, sei que vou

acabar querendo fazer mais! (risos)

Imagem

‘Vou me enganar mais uma vez, fingindo que te amo às vezes, como se não te amasse sempre.’

Imagem

Eu não faço a menor idéia de como esperar você me querer. porque se eu esperar, talvez eu não te queira mais.

Vídeo

Faz o Quê? – Biomedicina

Imagem

Se as pessoas pensassem um pouco mais na morte, não deixariam jamais de dar o telefonema que está faltando. E seriam um pouco mais loucas.

Paulo Coelho

Nuvem de tags