Às vezes eu sinto que certa pessoa já faz parte da minha constituição genética.

Como se tanta química tivesse ocorrido uma fusão e eu não soubesse mais como separar o eu do ele.

E essa coisa de ser tão único sem pudor, sem mascaras me sinto a vontade e ao mesmo tempo incomoda tanta coisa em comum.

Chego a um ponto que posso falar qualquer coisa, posso ousar qualquer atitude, inventar, escorregar e não terei nem um temor de julgamento.

Acho que cheguei ao ápice do meu relacionamento imaginário, naquele ponto onde todos percebem que nasceram um para o outro e vivem felizes para sempre.

E ai chega ao fim de mais um conto de fadas criado pelo meu imaginário.

E isso se reflete no mundo real em uma despedida indesejável de um amor não realizado.

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