Arquivo para setembro, 2011

DesAbaFo

Quando eu parei de olhar para o espelho e comecei a olhar para mim aprende que eu era uma pedra.

Uma pedra de casca dura e inflexível.

Onde só havia o certo e o errado, o bonito e o feio, o santo e o pecado.

Quando eu tive tempo para mim, me vi em muitos amigos meus.

Pessoas que eu admirava e amava.

Quando eu reparei em mim, percebi que eu tinha uma lista infinita de possibilidades de ser feliz.

Mas também percebi que ser feliz não era uma coisa constante não era pra sempre.

Eu aprendi que às vezes chorar é uma forma de renovação, como se fossemos trocar de pele para ganhar uma nova e melhor.

Eu vi que não era minha bunda, nem meu seio, nem minhas coxas que me fazia conquistar inteligência, conhecimento, amigos, sexo e emoções.

Nunca fiz nada que não me trouxesse emoção.

Nunca fiz nada na frieza de ter que fazer.

E não foi fácil chegar a isso, porque quando você sabe quem é, sabe o que gosta, sabe o que é válido para você e tem confiança em si, não precisa fazer nada só para agradar os outros.

Você faz porque quer fazer e se não for legal você encontra outra oportunidade e com outra situação ainda melhor.

Nunca fui que querer o mais ou menos, sempre escolhe os garotos pelo que me fascinava pelo que me excitava e pelo o que eu vi o meu EU neles.

Joguei fora relações, disse não algumas pessoas, já usei alguém para esquecer outro, já dei as costas para mim mesma, já julguei antes de conhecer, já menti, já omiti, já fingi ser quem não sou.

Fiz muitas coisas e sempre aprende algo com elas, porque não as faço só por fazer, não sou maquina, sou humano. Reflito sobre tudo que acontece e que faço comigo.

E mesmo nos erros encontro as razoes que me levam, a saber, porque sou o que sou.

Talvez o erro não exista, talvez seja só uma forma tortuosa, distorcida de acertar.

Se eu não tivesse errado as questões do vestibular, não teria conhecido a ONG que trabalho hoje.

Se eu não tivesse errado (digo isso porque muita gente tem a insistência de perguntar por que eu não vou ajudar criancinhas ou velhinhos) na escolha de proteger animais e não ajudar pessoas, não teria encontrado tantas pessoas lindas e que me ensinaram tanto.

Se eu não tivesse errado em curtir com meu ex, eu nunca teria aprendido a ser mais adulta.

Enfim.

Muitas vezes o erro pode não ser tão errado assim.

 

 

Gostei Marron 5

Enfermagem: Diabetes Mellitus ²

Enfermagem: Diabetes Mellitus

O diabetes mellitus, popularmente conhecida apenas por DIABETES, é um distúrbio do metabolismo que afeta primeiramente os açúcares (glicose e outros)

O diabetes é uma disfunção que, se não tratada e bem controlada, acaba produzindo, com o correr do tempo, lesões graves e potencialmente fatais, como o infarto do miocárdio, derrame cerebral, cegueira, impotência, nefropatia, úlcera nas pernas e até amputações de membros.

Diabetes Tipo 1
No diabetes tipo 1, ou insulino-dependente, as células do pâncreas que normalmente produzem insulina, foram destruídas.

O corpo não consegue absorver a glicose do sangue; as células começam a “passar fome” e o nível de glicose no sangue fica constantemente alto.

A solução é injetar insulina subcutânea (embaixo da pele) para que possa ser absorvida pelo sangue.

Diabetes Tipo 2
Embora não se saiba o que causa o Diabetes Tipo 2, sabe-se que neste caso, o fator hereditário tem uma importância bem maior do que no Diabetes Tipo 1. Também existe uma conexão entre a obesidade e o Diabetes Tipo 2; embora a obesidade não leve, necessariamente ao Diabetes.

Todos os diabéticos tipo 2 produzem insulina quando diagnosticados e, a maioria, continuará produzindo insulina pelo resto de suas vidas. O principal motivo que faz com que os níveis de glicose no sangue permaneçam altos está na incapacidade das células musculares e adiposas de usarem toda a insulina secretada pelo pâncreas.

Diabetes Gestacional

No Diabetes Gestacional, a mulher desenvolve o Diabetes somente durante a gestação porque produz uma quantidade insuficiente de insulina para ela e seu bebê.

Ao término da gestação, a mulher volta ao seu estado normal de produção de insulina. Isto ocorre porque, neste período, a placenta produz substâncias que bloqueiam a ação da insulina, o que pode provocar a elevação de glicose.

Fatores de risco
• Idade acima de 30 anos;
• Obesidade ou ganho excessivo de peso na gestação;
• Parentes próximos com Diabetes;
• Gestação anterior com bebê pesando mais que 4 Kg ao nascer;
• Aborto ou morte fetal anterior (não-esclarecidos);
• Tratamento para “Pressão alta” ;
• Diabetes presente em gestações anteriores;
• Presença de glicose na urina.

Sintomas
• Urinar muito
• Ter sede exagerada
• Comer muito
• Perda ou aumento exagerado de peso
• Cansaço, fraqueza e desânimo.
OBS: O diabetes gestacional pode estar presente mesmo sem que a mulher apresente quaisquer desses sintomas

 

Fonte: guiadodiabetes.com.br

O direito de gostar do que a maioria não gosta.

Somos o tempo todo avaliados.

No trabalho, na escola, nos cursos, na faculdade… Até ai tudo bem existe por trás disso um objetivo que nos favorece pelo menos se fomos de forma positiva ao nosso objetivo.

Mas também somos avaliados, pelos pais, irmãos, namorados, amigos, velhos amigos, novos amigos, colegas de trabalhos, amigos virtuais e agregados.

E o direito de gostar de algo incomum é sempre questionado.

Eu vivo num estado e principalmente numa cidade que tem forro 24hs, todo dia da semana, finais de semanas regados ao estilo beber, cair e levantar.

E por tanto a maioria curti isso ai, mas eu não.

Existem os outros também um pouco populares que são pagode, samba – eu não saberia nunca dizer a diferença dos mesmos…

Mas cara eu gosto de rock.

Aqueles caras cabeludos, com aquelas vozes roucas e aqueles gritos ensurdecedor.

Pois é, aqueles caras meios, não totalmente insanos sem escrúpulos e sem tendência a porra nenhuma.

Conheço muita gente e a maioria gosta mesmo é de forró.

Mas eu não eu gosto de rock pesado.

E eu não gosto disso, não por não conhecer outros ritmos.

Eu já fui a um show de pop, de pagode, de forro, de sertanejo (ainda não acredito que já fui ao show sertanejo).

Até porque eu acredito que preciso conhecer antes de dizer que não gosto.

E quer saber?

Coração acelera, estomago embrulha, sangue corre na veia, olhos dilatam só mesmo com Rock, tem jeito não.

Definitivamente não tenho jeito pra gostar do que todo mundo gosta.

Nunca gostei mesmo de multidão.

Critique quem quiser, mas foda mesmo é isso e acabou cada um que procure sua felicidade e sua forma de ser.

Sempre tive medo de palhaços e sempre odiei a Barbie.

RotineX

Está ficando bizarro, eu assistindo TV e encontro um ex falando na TV.

Nossa a minha variedade de cultura está extrapolando o meio anônimo.

Foi muito estranho.

Faz tempo que não o vejo, foi mais um.

Mas foi show.

 

Ainda com minhas indecisões.

Não me inquietam mais, só estão aqui comigo.

Ter um tempo para pensar e analisar cada situação.

Já tenho uma lista de coisas para fazer, decidir e o melhor escolher.

 

Tomar rumos, escolher caminhos, adoro isso, mas confesso que dá trabalho.

Não tenho mais 10 anos pra escolher o caminho mais colorido ou o mais fácil, é preciso pensar bem e não ir por impulso, mas por um objetivo.

Envolve três caminhos diferentes e se eu aceitar o desafio aja pernas…

 

Mais uma noite do Rock In Rio e como tudo está sendo transmitido pela net, assisti.

E um dos que mais gostei foi slipknot.

É para a maioria uma bizarrice, primeiro por que os caras cantam com uma “vestimenta” no mínimo interessante, tem muita gente que acha insano. Foda-se.

Todo mundo quer ser normal e seguir tendências eu nunca fui disse, sempre gostei e pronto se os caras são bonitinhos, se os caras têm filhos bonitinhos não me interessa é o que gosto e acabou.

 

Muito show. Noite massa de muito rock.

SlipkNot

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