E no teu corpo deleito o meu em uma sensação energética infinita.

Experimento o céu e o inferno diante do prazer alarmante que exala do meu corpo.

E entro em transe, em um corpo que não mais me pertence o qual perco todo o controle diante de teus dedos.

E afogo-me nos teus beijos, incansáveis lábios famintos pelo desejo de se perder nas curvas de meu corpo.

Cegando meus olhos nos teus que me olham enquanto devoro tudo o que há em você, enquanto exploro partes ainda não descobertas pela ingenuidade de abraços e olhares tortos em público.

Encontrando em ti a tranqüilidade de tua voz que sussurra e me arrepia, esbarrando na fera que sai de ti quando encosto meu corpo no teu e mais, te sinto dentro de mim sem pudor.

E permito que você seja o único, mesmo que seja em poucas horas, permito – me doar o pior de mim, sem vendas, sem preconceitos.

E extremamente transparente em meus sentimentos me torno vulnerável não só ao prazer mais também ao pecado e ao perigo do amor vicioso que tuas pernas me condenam.

 

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